Pritzker 2017 distingue arquitectos espanhóis

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O Prémio Pritzker para a arquitetura foi atribuído aos três arquitetos espanhóis Rafael Aranda, Carme Pigem e Ramon Vilalta, do ateliê catalão RCR Arquitectes, anunciou a organização.

É a primeira vez que o prémio – equivalente ao Nobel, pela importância nesta área – é entregue a três arquitetos em simultâneo, de acordo com a organização do galardão, criado em 1979, para prestar homenagem ao trabalho de um arquiteto vivo.

Rafael Aranda, de 55 anos, Carmen Pigem, de 54 anos, e Ramon Vialta, de 56, fundaram o seu ateliê em 1988, em Olot, cidade de origem, situada junto à fronteira com França, e trabalharam essencialmente em projetos naquele país, em Espanha e na Bélgica.

Entre as suas criações mais marcantes estão o museu Soulages, em Rodez, com placas exteriores em aço que se oxidaram para dar uma cor avermelhada ao conjunto arquitetónico, bem como a mediateca Waalse Krook de Gent, na Bélgica.

O prémio, no valor de cem mil euros, será entregue numa cerimónia em Tóquio, em 20 de maio.

Álvaro Siza Vieira (1992) e Eduardo Souto de Moura (2011) são os arquitetos portugueses já distinguidos com um Pritzker.

No ano passado, o Prémio Pritzker distinguiu o arquiteto chileno Alejandro Aravena, curador da Bienal de Arquitetura de Veneza de 2016.