Intervenção no Templo Romano de Évora após identificação de risco de queda de fragmentos

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O Templo Romano de Évora, construído há dois mil anos, vai ser alvo de uma “intervenção urgente” de conservação, após ter sido identificado “um risco iminente e muito alto” de queda de fragmentos de pedra.

Segundo a  directora regional de Cultura do Alentejo, Ana Paula Amendoeira, o risco de queda de fragmentos, “sobretudo ao nível dos capitéis de mármore”, foi identificado numa monitorização ao monumento realizada em junho, tendo sido reconhecido “um dos fragmentos que se despegou”.

“A urgência de termos que intervir foi para evitar, quer a perda irreversível de partes do monumento, quer algum acidente, que, eventualmente, podia vir a ocorrer com o número de pessoas que diariamente circulam” na zona, disse.

As obras são promovidas pela Direção Regional de Cultura do Alentejo (DRCAlen) em articulação com a Câmara de Évora, e arrancaram na sexta-feira, com a montagem de andaimes e do estaleiro, devendo estar concluídas dentro de quatro meses.

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O Templo Romano de Évora, do século I depois de Cristo (d.C.), único no país e um dos mais notáveis da Península Ibérica, é monumento nacional e está abrangido pela classificação do centro histórico da cidade como Património Mundial, pela Organização das Nações Unidas, para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).

Fonte: DN