DGPC regista aumento da receita das bilheteiras

DGPC

A receita das bilheteiras dos museus, monumentos e palácios geridos diretamente pela Direção-Geral do Património Cultural atingiu em 2017 o valor mais alto de sempre, chegando aos 18,3 milhões de euros. Estes valores, revelados ao DN pelo organismo liderado por Paula Silva, representam uma subida de 15,1% face ao ano anterior, quando os 22 espaços tutelados pela DGPC apresentaram uma receita de 15,9 milhões de euros.

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No final de setembro, em entrevista ao DN, a diretora-geral do Património Cultural já perspetivara que as receitas ultrapassassem largamente os 16 milhões de euros, uma vez que, como referiu na altura, até 31 de agosto já ascendiam a 11,6 milhões de euros. Apesar destes “aumentos brutais” nas bilheteiras – como Paula Silva reconheceu ao DN -, não há uma aplicação direta deste acréscimo de verbas em ações de reabilitação e/ou restauro dos monumentos sob tutela da DGPC. “O total das receitas é aplicado nos diferentes custos (salários, segurança, luz, limpeza, etc.), sendo uma parte deixada para programação (exposições, conferências, etc.) e outra parte é aplicada na conservação e também na melhoria de acessibilidades das visitas. Por outro lado, algumas obras são feitas através de candidaturas a fundos europeus”, explicou então ao DN.

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Fonte:DN

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