Exposição dedicada ao retrato português prolonga período de exibição

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A exposição dedicada ao retrato português, da Antiguidade ao século XXI, patente no Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA), em Lisboa, desde junho, vai ser prolongada até 14 de outubro, revelou fonte da entidade.

A exposição “Do tirar polo natural. Inquérito ao retrato português”, que abriu a 28 de junho e deveria encerrar no dia 30 de setembro, está dividida em três núcleos, e constitui a primeira parte de um díptico que terá continuidade no próximo ano.

Constituída por cerca de 200 obras de múltiplas disciplinas artísticas, a mostra “Do tirar polo natural” é disposta, não cronologicamente, ou como uma antologia dos melhores retratos, nem tão pouco como uma tentativa de retratar Portugal através dos seus rostos, mas sim como um “ensaio”, explicou aos jornalistas, antes da inauguração, o diretor do museu, António Filipe Pimentel.

É uma reflexão sobre o que é um retrato, inspirada pelo primeiro tratado sobre a arte do retrato, escrito pelo pintor português Francisco de Holanda, no século XVI, e cujo título dá nome a esta exposição, “Do tirar polo natural”.

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