Empresa de antigo diretor do museu coloca Presidência da República em tribunal

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A empresa do antigo diretor do museu da Presidência, Diogo Gaspar, colocou um processo em tribunal contra a Presidência da República no qual exige 78 mil euros. (…)

O antigo diretor do museu que agora processa a Presidência foi, em conjunto com outros três arguidos, acusado pelo Ministério Público dos crimes de “abuso de poder, participação económica em negócio, tráfico de influência, falsificação de documento, peculato e branqueamento de capitais“. Diogo Gaspar chegou a ser detido no âmbito da “Operação Cavaleiro”, uma operação em que a Polícia Judiciária terá encontrado móveis e outros bens da Presidência na casa do antigo diretor do museu e de amigos.

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O relatório do TdC não divulga qual é a empresa, mas fonte oficial de Belém diz que se trata da “HistoriaEscondida, Lda”, a empresa que tem Diogo Gaspar como um dos acionistas. O valor pedido, divulga Belém ao Observador, são 78 mil euros. A Presidência — parca em palavras neste assunto — sugere que o processo se trata de um pedido de indemnização por não renovação de contrato, destacando que tendo a empresa em causa “completado três anos de prestação de serviços não podia nos termos do Código dos Contratos Públicos (CCP) ver renovado o seu contrato.”

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Fonte: Observador