Câmara de Torres Vedras quer gerir património das Linhas de Torres

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A Câmara de Torres Vedras anunciou que propôs ao Governo ficar com a gestão de oito imóveis associados ao património das Linhas de Torres Vedras, além das restantes competências previstas para a área da cultura.

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De acordo com a proposta, a que a agência Lusa teve acesso, a autarquia justifica que “a Direção-Geral do Património Cultural não desempenha qualquer ação ativa de conservação, manutenção ou valorização deste património”.

A autarquia pretende que os fortes de São Vicente e de Olheiros e os redutos do Furadouro, Feiteira, Outeiro da Prata, Milharosa, Carregueira e da Ordasqueira, todos no concelho, integrem a lista de imóveis e museus a serem transferidos do Estado para o município.

A câmara municipal decidiu também hoje, por unanimidade, receber este ano as competências do Estado nos domínios da cultura e saúde animal e segurança dos alimentos.

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As Linhas de Torres foram construídas sob a orientação do general inglês Wellington, comandante das tropas luso-britânicas no período das invasões francesas, para defender Lisboa das forças napoleónicas entre 1807 e 1814.

Em 2018, esse património foi classificado como monumento nacional.

Fonte: DN