Arata Isozaki venceu Prémio Pritzker

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Shanghai Symphony Hall

O japonês Arata Isozaki recebeu o mais importante prémio da arquitetura, o Pritzker, para 2019. Com 87 anos, Isozaki desenvolveu um estilo moderno baseado na fusão do novo brutalismo (da década de 1970) e da arquitetura metabolista (popularizada nos anos 60). O japonês é reconhecido pelos responsáveis do Prémio Pritzker por se dedicar à reconstrução e ao re-aproveitamento de ruínas, construções prévias e espaços naturais.

O júri sublinhou a importância da “busca constante [de Arata Isozaki], sem medo de mudar e experimentar novas ideias”. O trabalho do japonês baseia-se, ainda de acordo com o júri do Prémio Pritzker, num “conhecimento profundo não só da arquitetura mas também da filosofia, história, teologia e cultura”.

O arquiteto, que estudou na Universidade de Tóquio, começou a carreira em 1954. É responsável por dezenas de edifícios icónicos, incluindo o Shanghai Symphony Hall, o Centro para a Ciência e Indústria de Columbus (EUA), a arena Palau Sant Jordi de Barcelona (construído para os Jogos Olímpicos de 1992, em Espanha), o Museu de Arte Contemporânea (Los Angeles, EUA) e o Museu Nishiwakishi Okanoyama, no Japão.