Arqueólogos escavam o passado remoto de Matosinhos

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Está a decorrer a 4.ª campanha arqueológica no Castro do Monte Castêlo, em Guifões. Está a decorrer a 4.ª campanha arqueológica no Castro do Monte Castêlo, em Guifões.

Este é o quarto ano em que a Câmara Municipal de Matosinhos e o Departamento de Ciências e Técnicas do Património da Faculdade de Letras da Universidade do Porto trabalham em conjunto. Andreia Arezes é professora nos cursos de Licenciatura e Mestrado em Arqueologia da FLUP e explica que “neste momento, há oito quadrículos abertos, já há várias estruturas à vista como uma canalização, uma lareira decorada”.

Junto ao Porto de Leixões, este povoado situa-se num ponto estratégico, o que se reflete nos materiais – com 2 mil anos de história – que os arqueólogos vão recolhendo. “Foram recolhidos vários fragmentos de cerâmica, muros e estruturas que corresponderiam à existência de duas casas do Império Romano”.

A campanha arqueológica no Castro do Monte Castêlo, em Guifões, também tem uma vertente pedagógica: é uma oportunidade para os alunos finalistas do curso de arqueologia fazerem trabalho de campo e porem em prática os conhecimentos que adquiriram durante o curso.

Nos dias 16 e 17 de maio o trabalho de campo é aberto à comunidade. O objetivo é dar a conhecer este local, desconhecido da grande parte dos habitantes de Matosinhos.

Quem quiser juntar-se aos arqueólogos e fazer trabalho de campo ou simplesmente visitar o Castro do Monte Castêlo, em Guifões, Matosinhos, só precisa aparecer no local nos dias 16 e 17 de maio. A Campanha arqueológica está a decorrer durante todo o mês de maio.

Fonte: TSF

 

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