Direção-Geral do Património Cultural especifica exigência de formação nos concursos para diretores de museus

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Museu Nacional de Arte Antiga, Painéis de S. Vicente

A Direção-Geral do Património Cultural especificou esta quarta-feira a exigência de formação nas áreas de museologia, património, conservação e restauro, nos concursos internacionais para seleção de direções de museus e monumentos nacionais, abertos em junho, em Diário da República.

A exigência resulta de uma retificação ao aviso do concurso publicado em junho e, em vez de “formação pós-graduada nas áreas disciplinares relevantes ao cargo a prover”, em termos de “perfil valorizado”, é agora especificada a exigência de “formação pós-graduada nas áreas disciplinares da Museologia, do Património e da Conservação e Restauro”.

“Por ter sido publicado com 1inexatidão o aviso”, na 2.ª Série do Diário da República de 19 de junho de 2020, relativo à abertura de “procedimento concursal de seleção internacional”, de cargos de direção de museus, palácios e monumentos nacionais, no âmbito do novo regime jurídico de autonomia de gestão, “retifica-se que, onde se lê (…) ‘Formação pós-graduada nas áreas disciplinares relevantes ao cargo a prover’, deve ler-se ‘Formação pós-graduada nas áreas disciplinares da Museologia, do Património e da Conservação e Restauro‘”, lê-se na retificação publicada pelos serviços da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC).

Os concursos dizem respeito às direções do Mosteiro de Alcobaça e do Palácio Nacional de Mafra, dos museus nacionais da Música, do Azulejo, dos Coches (e do seu anexo em Vila Viçosa), às direções conjuntas do Museu do Chiado/Museu Nacional de Arte Contemporânea e da Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves, e do Museu Nacional de Etnologia e do Museu de Arte Popular, assim como para o Museu Nacional do Teatro e da Dança e o Museu Nacional do Traje, em Lisboa.

Fonte: Observador

Diário da República (+)