DGPC diz que exposição no Museu do Chiado foi adiada devido à Covid-19 e que há todas as condições para ser realizada

127

Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado

A Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) indicou esta quinta-feira que a exposição Dissonâncias teve a inauguração adiada para 30 de setembro, “por acordo” com a diretora do Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado (MNAC), Emília Ferreira, na sequência da pandemia de Covid-19.

Na terça-feira, o jornal Público noticiou que a exposição não chegou a abrir por “falta de dinheiro para projetores e sinalética”. Com base no relato da diretora, a notícia indicava que Dissonâncias, com 87 obras de 48 artistas, em pintura, desenho, escultura, fotografia e instalação, que ocupa mais de metade das salas do museu, deveria ter sido inaugurada em junho, depois de sucessivos adiamentos forçados pela pandemia da Covid-19, e por problemas técnicos na montagem, com a falta de seis mil euros para os resolver, acabou por ficar de portas fechadas. E mesmo que os problemas não sejam resolvidos, não poderá ser visitada, porque há obras que têm de ser retiradas para salvaguarda da sua integridade, segundo o jornal.

Na sequência de questões enviadas pela Agência Lusa sobre a montagem da exposição que não chegou a abrir, a DGPC respondeu que o adiamento se deveu à pandemia de Covid-19, que obrigou ao encerramento de espaços culturais entre 14 de março e 18 de maio. “Devido à situação de pandemia e à necessidade de cumprimento do plano de contingência adotado pela DGPC, ao nível da segurança e saúde pública, tornou-se necessário o adiamento da inauguração da exposição por três meses”, justificou a entidade.

A DGPC acrescentou que a exposição Dissonâncias teve a sua “inauguração adiada para 30 de setembro de 2020, por acordo entre a diretora do museu e a DGPC, tendo em conta a necessidade de ajustar a programação do MNAC de 2020, face ao prolongamento de exposições anteriores em virtude da pandemia, e à necessidade de realizar os procedimentos de contratação pública essenciais à sua concretização, os quais estão neste momento adjudicados aos respetivos fornecedores”.

(…)

Fonte: Observador

Artigo completo (+)