Há um novo museu a ser inaugurado no World of Wine

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Chama-se “Porto Fashion & Fabric Museum” e vai ser inaugurado dia 28 de novembro. Um museu dedicado à indústria têxtil portuguesa, à moda, à filigrana e ao calçado português.

Este museu dedicado ao têxtil conta com dois pisos, o primeiro é dedicado à indústria têxtil portuguesa, enquanto o segundo piso vai servir de palco à arte da filigrana, ao calçado português e à moda. Para além de estar localizado numa antiga cave de vinho do Porto está inserido numa casa histórica datada do século XVIII que inclui uma capela do arquiteto Nicolau Nasoni que está a ser alvo de restauração.

Ao longo do museu é possível ver todos os processos de uma peça têxtil, desde a matéria-prima ao acabamento final. Logótipos antigos, máquinas de tear, costurar, canelas, amostras de tecido são dos elementos mais icónicos. Algumas peças do museu de têxtil foram cedidas pela Riopele, pelo Museu de Vila de Conde e pela Tintex, como por exemplo, um móvel arquivador, livros de amostras de tecidos antigos, folhas antigas de debuxo, máquinas de debuxo, lançadeiras, canelas antigas de fio, entre muitas outras. “Todas as peças são originais e património de empresas têxteis“, conta Catarina Jorge, responsável pelo projeto do museu têxtil.

No segundo piso estão também representadas peças de 46 estilistas portugueses como Nuno Gama, Fátima Lopes, Maria Gambina, entre muitos outros.

Este museu dedicado ao têxtil conta com dois pisos, o primeiro é dedicado à indústria têxtil portuguesa, enquanto o segundo piso vai servir de palco à arte da filigrana, ao calçado português e à moda. Para além de estar localizado numa antiga cave de vinho do Porto está inserido numa casa histórica datada do século XVIII que inclui uma capela do arquiteto Nicolau Nasoni que está a ser alvo de restauração.

Ao longo do museu é possível ver todos os processos de uma peça têxtil, desde a matéria-prima ao acabamento final. Logótipos antigos, máquinas de tear, costurar, canelas, amostras de tecido são dos elementos mais icónicos. Algumas peças do museu de têxtil foram cedidas pela Riopele, pelo Museu de Vila de Conde e pela Tintex, como por exemplo, um móvel arquivador, livros de amostras de tecidos antigos, folhas antigas de debuxo, máquinas de debuxo, lançadeiras, canelas antigas de fio, entre muitas outras. “Todas as peças são originais e património de empresas têxteis“, conta Catarina Jorge, responsável pelo projeto do museu têxtil.

No segundo piso estão também representadas peças de 46 estilistas portugueses como Nuno Gama, Fátima Lopes, Maria Gambina, entre muitos outros. “Este espólio mostra o talento e a qualidade dos estilistas que temos em Portugal”, destaca Adrian Bridge.

Fonte: Eco