Museu de Arte Antiga lança percurso pela iconografia animal

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Museu Nacional de Arte Antiga

O Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa apresenta um percurso por várias obras da exposição permanente, no qual os animais e a sua simbologia dão o mote para uma viagem artística do visitante, com diferentes leituras e perspetivas.

O percurso, vertido em catálogo, está inserido numa parceria surgida em 2020, no âmbito do evento Lisboa Capital Verde Europeia, com um programa de iniciativas, entre as quais o anterior “Um Itinerário pela Iconografia Botânica” do Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA), lançado em junho.

Continuando a parceria com a Câmara Municipal de Lisboa, o MNAA desenvolveu um novo percurso que atravessa as salas da sua exposição permanente, sendo agora os animais, as matérias-primas de origem animal e a sua simbologia inerente, o tema que atravessa obras desde a pintura à escultura, passando pela cerâmica, mobiliário, têxteis e ourivesaria.

Fazem parte deste “Um Itinerário pela Iconografia Animal”, obras icónicas do MNAA como o “Retrato de Dom Sebastião” (c. 1570), atribuído a Cristóvão de Morais, a pintura “Inferno” (C. 1510-1520), de autor desconhecido, os “Biombos Namban”, do final do século XVI/início do XVII, registando a presença dos portugueses no Japão, ou ainda o “Presépio” do Convento de Santa Teresa de Carnide (c. 1701-1725), atribuído a António Ferreira.

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