Exposição na Universidade do Minho problematiza a fotografia colonial

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A Universidade do Minho – através da Reitoria, do Museu Nogueira da Silva (MNS) e do Laboratório de Paisagens, Património e Território (Lab2PT) – inaugura esta sexta-feira, dia 30 de abril, a exposição “O Silêncio da Terra: visualidades (pós)coloniais intercetadas pelo Arquivo Diamang“.

A sessão decorre às 18:00, na Galeria do Paço, no centro de Braga, com intervenções do ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, do reitor da UMinho, Rui Vieira de Castro, da vice-reitora para a Cultura e Sociedade, Manuela Martins, e do diretor do Lab2PT, Jorge Correia. Vai estar também presente a equipa curatorial da exposição, formada por Duarte Belo, Fátima Moura Ferreira, Miguel Bandeira Duarte e Patrícia Leal, para além de outros colaboradores e artistas.

A exposição parte do estudo e problematização do arquivo fotográfico da Diamang, criado com o fim explícito de documentar a missão civilizacional empreendida pela empresa na Lunda (Angola), entre 1917 e 1974. Lado a lado, a fotografia colonial é intercetada por contranarrativas oferecidas pela arte pós-colonial, pondo a nu as contradições das narrativas instituídas. Os artistas representados são Alida Rodrigues, Ângela Ferreira, Catarina Simão, Délio Jasse, Filipa César, Francisco Vidal, Henrique Neves Lopes, Irineu Destourelles, Kiluanji Kia-Henda, Marilu Námoda, Mónica de Miranda, Nuno Nunes-Ferreira, René Tavares e Rita Raínho & Ângelo Lopes.

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