“Lugares Património Mundial do Centro – Rede Cultura 2.0”: a nova aposta do Turismo do Centro

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O Turismo Centro Portugal quer superar os dois milhões de visitantes no conjunto dos lugares património mundial da UNESCO de Alcobaça, Batalha, Coimbra e Tomar a partir da Páscoa de 2022, afirmou o presidente da instituição, Pedro Machado.

Na apresentação da programação “Lugares Património Mundial do Centro – Rede Cultura 2.0”, o responsável do turismo do Centro considerou que após a próxima Páscoa haverá “condições de voltar a ter a ambição de se reunir dois milhões de visitantes nestes locais”, disse, referindo-se aos mosteiros de Alcobaça e da Batalha, ao Convento de Cristo, em Tomar, e à Universidade de Coimbra – Alta e Sofia.

“Precisamos de voltar a atingir essa cifra”, frisou Pedro Machado, apostando naqueles quatro espaços para “não só contribuir para o processo de cultura e de visitação mas também para os projetos de desenvolvimento e sustentabilidade cultural e social”, com “reflexos na economia real”.

O presidente do Turismo Centro de Portugal entende que o programa anunciado hoje, que vai custar meio milhão de euros (300 mil euros de fundos comunitários e 200 mil investidos pelas autarquias), será “um fortíssimo contributo para a sustentabilidade do destino que é este Centro de Portugal”.

Até 2022, “Lugares Património Mundial do Centro – Rede Cultural 2.0” apresentará naqueles espaços concertos e uma exposição.

“Este é um projeto inovador, que marca esta simbiose feliz de juntar a cultura com a promoção turística nestes patrimónios com dimensão internacional”, considerou o presidente da Câmara da Batalha, em nome das autarquias promotoras.

Paulo Batista dos Santos acredita que “Rede Cultural” vai qualificar a oferta turística dos lugares envolvidos, “ultrapassar fronteiras e, sobretudo, acrescentar valor”, somando “a espaços com grande interesse e procura turística uma dimensão cultural”.

Por outro lado, “nesta versão 2.0”, destacou o autarca, tentar-se-á mostrar “o lado B dos monumentos e contar novas histórias em torno destes monumentos de referência – e em todos estes sítios haverá histórias a conhecer e a promover”.

Fonte: CM