Exposição temporária “Cisnografia. A reescrita do Cisne” no Museu Nacional de Arte Antiga

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Museu Nacional de Arte Antiga

O desafio lançado a 13 coreógrafos para reescreverem a morte do cisne deu origem a uma instalação com conceção e realização de Luiz Antunes, que é inaugurada a 07 de dezembro, no Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA), em Lisboa.

A instalação para tela e ecrã será apresentada na exposição temporária “Cisnografia. A reescrita do Cisne”, que também tem direção artística do coreógrafo Luiz Antunes, em colaboração com o coreógrafo André Mendes, e ficará patente até 27 de fevereiro na Capela das Albertas do MNAA.

O desafio consistiu na composição e reescrita do 13.º andamento, “Le Cygne”, da suite “Le Carnaval des Animaux”, do compositor, organista e maestro francês Camille Saint-Säens (1835-1921), acabando por tornar-se um “projeto de cruzamento disciplinar que repensa e trabalha sobre suportes de criação e apresentação das artes performativas, composição coreográfica e cinema”, segundo a produção.

Resultado de uma residência artística no museu, e de um desafio feito a 13 coreógrafos/intérpretes/performers, o projeto é fruto da parceria com a Associação Cultural Heurtebise, sem fins lucrativos, sediada em Lisboa, fundada em 2015 sob a direção artística de Luiz Antunes, com atividade na criação e produção artísticas.

Este trabalho foi criado na sequência de um desafio lançado a Ana Moreno, Allan Falieri, David Marques, Guilherme Leal, Joana Castro, Luiz Antunes, Marco da Silva Ferreira, Maurícia | Neves, São Castro, Nina Botkay, Tânia Carvalho, Thamiris Carvalho e Vasco Araújo e a um compositor — Diogo Alvim – para, individualmente, reescreverem a morte do cisne, de acordo com as linguagens e códigos de trabalho individuais, indica o MNAA, num comunicado sobre a exposição.

“Cisnografia. A reescrita do Cisne” será apresentada no dia 07 de dezembro, às 17:00, no auditório do MNAA, seguido da inauguração.

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