“Centro de Arte Contemporânea – 50 anos: A Democratização Vivida”, no Museu Nacional Soares dos Reis

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O Museu Soares do Reis, no Porto apresenta a  “exposição homenagem” à “forma poética” como viriam a emergir “o embrião de Serralves” e uma nova etapa da vida cultural portuense, com a proclamação da morte do museu, em 1974.

“Centro de Arte Contemporânea – 50 anos: A Democratização Vivida”, com curadoria de Miguel von Hafe Pérez, recorda a ação de rua que em 10 de julho de 1974 proclamou a morte do velho Museu Nacional Soares dos Reis (MNSR) – “O museu está morto. Viva o museu!”, era a palavra de ordem agora impressa num cartaz à entrada da exposição – e evoca a história do Centro de Arte Contemporânea (CAC), embrião da Fundação de Serralves e do Museu de Arte Contemporânea, que ficou instalado no Soares dos Reis.

Com a mostra, que fica patente até dia 29 de dezembro, Miguel Von Hafe Pérez quis “revisitar a história” daquela “aventura primordial no contexto institucional português, recriando alguns dos seus momentos expositivos”.

Pela ala do Museu Nacional Soares dos Reis dedicada à contemporaneidade, estão expostas 144 obras de arte e mais de 250 peças documentais e gráficas, como cartazes, convites, catálogo e fotografias de 67 artistas, entre os quais Alberto Carneiro, Ângelo de Sousa, Álvaro Lapa, Júlio Pomar, Emília Nadal, Eduardo Nery, Nadir Afonso, Paula Rego e Fernando Lanhas.

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