Arquitecto japonês foi o escolhido para a ampliação dos jardins da Gulbenkian

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Fundação Calouste Gulbenkian

O arquitecto japonês Kengo Kuma (n. Yokohama, 1954) foi o escolhido pela Gulbenkian para projectar a ampliação dos jardins da fundação em Lisboa, e também a nova entrada de acesso ao antigo Centro de Arte Moderna (CAM), agora designado Colecção Moderna do Museu Gulbenkian.

Kengo Kuma é o autor, com o gabinete português OODA, do projecto de requalificação do Matadouro Municipal do Porto – cujo avanço foi entretanto entravado por discordâncias do Tribunal de Contas quanto às condições do empreendimento –, e também do novo Estádio Nacional de Tóquio, que vai receber a cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos do próximo ano. Foi ele o vencedor do concurso internacional de ideias que a Gulbenkian lançou em Março, quando convidou 12 ateliers nacionais e internacionais a desenhar o alargamento dos jardins e a sua abertura à cidade.

A notícia da escolha de Kuma foi avançada este sábado pelo semanário Expresso, a quem a presidente do conselho de administração da Gulbenkian, Isabel Mota, explicou que com o jardim ampliado entre a Praça de Espanha e o Largo de São Sebastião da Pedreira – para os quais a Câmara de Lisboa tem projectos de renovação – irá “formar-se um amplo conjunto urbanístico requalificado para oferecer à cidade”.

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Fonte: Público